Segundo a diretora de Fiscalização do TCM, Telma Escóssio, as fiscalizações aos portais de transparência entraram na agenda da Corte de Contas em 2011 e desde então são avaliados mensalmente os critérios estabelecidos em Lei. Essas avaliações servem também como orientações para os gestores que podem, a partir do resultado, corrigir e aprimorar seus portais.
Para o presidente do órgão, Domingos Filho, “a constante fiscalização dos portais de transparência serve como um incentivo às Prefeituras e Câmaras municipais para manterem as informações sobre sua gestão mais próximas do cidadão”. De acordo com o texto da lei complementar, caso o município não cumpra com as exigências da lei no prazo estabelecido, “fica impedido de receber transferências voluntárias” o que em um momento delicado de grave crise financeira no Estado seria um grande prejuízo.
Mais da metade das Prefeituras do Ceará estão em situação semelhante.

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