
Os números foram detalhados neste sábado (21) pelo governador Rodrigo Rollemberg. O resultado aproxima-se, em menos de dois meses da nova gestão, da meta de 60% de cortes dos cargos comissionados a que se comprometeu durante a campanha eleitoral. O comparativo de fevereiro de 2015 com setembro 2014 se refere ao mês em que Rollemberg começou a falar em redução de comissionados – e quando, a partir daí, o governador anterior passou a exonerar servidores.
“Reduzimos a quase a metade o número de cargos de comissão de livre provimento ainda no primeiro trimestre do governo. Estamos próximo do percentual estabelecido, mas ainda temos muito trabalho a fazer”, diz o governador. O objetivo do gestor, ao longo do mandato, é promover, a médio e a longo prazo, uma reforma do Estado, reorganizando as funções dos servidores, privilegiando os funcionários de carreira e estabelecendo as prioridades dos órgãos públicos do Distrito Federal.
“Esses 60% são um objetivo de ação mais imediata, mas o que o governador quer é um enxugamento da máquina pública, sempre com foco na eficiência e na qualidade do serviço público prestado pelo governo”, afirma o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle.
No custo com cargos em comissão sem vínculo, foram considerados, além dos vencimentos e representação mensal do cargo em comissão, gratificações de atendimento ao público, de atividade judiciária, adicionais de insalubridade, noturno e mais os auxílios: creche, alimentação e transporte.
Fonte: Brasil 247
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