
A planilha apreendida na Odebrecht com políticos de todos os matizes foi tratada como o “começo do fim” por pessoas ligadas à Lava Jato. A operação, segundo os seus próprios generais, chega a uma bifurcação perigosa. Teme-se a união de todos os atingidos para dar um basta à apuração ou a “união dos inimigos” para sacrificar Dilma Rousseff e, com isso, entregar a cabeça para preservar o resto do corpo. Investigadores anteveem forte ataque especulativo sobre eles a partir de agora.
Vai pensando
Vai pensando
Próxima de Dilma, a ministra Kátia Abreu contradiz a tese de que o impeachment frearia a operação. “Ninguém põe esse leão para dentro da jaula de novo. Não há hipótese”.
Tudo e todos
Tudo e todos
O Ministério Público se espantou com o “padrão democrático” da Odebrecht. A empresa atuou “tecnicamente” para construir pontes com vários setores do espectro político.
* Da Coluna Painel da Folha de S. Paulo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário