
É uma saída que, até certo ponto, não surpreende ninguém, mas significa a continuação do estresse entre a diretoria da Petrobras (Aldemir Bendine à frente) e o conselho da estatal.
Torres é o braço-direito de Murilo Ferreira na Vale e foi levado ao conselho da Petrobras pelo seu chefe. Com a saída de Ferreira, era uma questão de tempo que Torres deixasse a Petrobras também.
A propósito, Clovis Torres oficialmente sai por "questões pessoais".
Por Lauro Jardim
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