
Os números são extraídos de um recorte inédito feito pelo Estado nos dados do Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa aponta que o país está seguindo uma tendência internacional, onde há cada vez menos indivíduos sobre o mesmo teto.
Em 1960, a média de moradores por domicílio era de 5,3 pessoas. Cinquenta anos depois, reduziu para 3,3. Mesmo assim é bem maior que a proporção em países europeus e nos Estados Unidos: aproximadamente 2,5.
Existem duas vertentes que justificam esse fenômeno: a primeira é a intensidade (de 2000 para cá, o ritmo de crescimento dos domicílios com apenas um morador foi cerca de 15% maior do que na década passada; a outra é a participação das cidades médias (morar sozinho era comportamento mais restrito às grandes cidades). Mas, nos últimos dez anos o número de casas e apartamentos com apenas um morador avançou quase 40% a mais em cidades de 100 mil a 500 mil habitantes que nos grandes municípios.
As principais razões para esse fenômeno são o crescimento no número de idosos e o aumento na renda média do brasileiro.
Fonte: Sepal Pesquisas
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