O corte é obrigatório devido à queda na arrecadação.
Quem cadastrou 8,3 milhões de reais em emendas vai ter que se contentar com 7,8 milhões de reais, uma redução de 7%, dos quais pelo menos 3,9 milhões de reais deverão ser destinados a ações e serviços de saúde.
Na Câmara, o receio é que o governo adie todos os pagamentos de emendas para 2016.
Por Lauro Jardim
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