quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Dólar fecha em leve alta em dia de reunião do Copom

Dólares - Moeda estrangeira

No dia em que o Banco Central reduziu a taxa Selic (juros básicos da economia) para 2% ao ano, a moeda norte-americana fechou em leve alta. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (5) vendido a R$ 5,294, com valorização de R$ 0,01 (+0,18%).

A cotação oscilou bastante. A divisa operou em baixa durante a manhã, chegando a cair para R$ 5,23 na mínima do dia, por volta das 9h30. Em seguida, o movimento reverteu-se. Na máxima do dia, por volta das 14h30, o dólar chegou a R$ 5,31.
Juros

As sucessivas quedas no juro básico da economia pressionam a cotação, uma vez que diminuem o retorno da renda fixa doméstica e deixaram o Brasil em desvantagem em termos de rendimento em relação a outros países emergentes.

Dados do Banco Central mostraram mais cedo que o Brasil registrou forte saída de recursos em julho, com fluxo cambial negativo em quase US$ 3,3 bilhões, o pior para o mês em cinco anos. A fuga foi puxada por nova debandada de capital da conta financeira --por onde passam fluxos para portfólio (investimentos no mercado financeiro) e relativos a empréstimos, por exemplo.
Bolsa

No mercado de ações, a bolsa paulista retomou o viés de alta nesta quarta-feira. Depois de quatro sessões seguidas de queda, o índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 102.802 pontos, com alta de 1,57%.

O avanço do preço do petróleo no mercado internacional beneficiou os papéis da Petrobras, que concentra o maior volume de ações negociados na bolsa. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) saltaram 6,43%. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 6,45%.

O Ibovespa também avançou por causa da divulgação de resultados de empresas. Diversas companhias divulgaram balanços trimestrais com queda no lucro menor que o esperado por causa da pandemia do novo coronavírus.

* Com informações da Reuters


Organização: Alexandra Araújo
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Senado aprova uso do salário-educação para pagamento de pessoal

Sessão Deliberativa Remota destinada a deliberar sobre o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 88/2020, que reconhece o estado de calamidade pública no Brasil.

O Senado aprovou, hoje (5), o Projeto de Lei (PL) 2.906 de 2020, que permite o uso dos recursos do salário-educação para o pagamento de pessoal durante a vigência do estado de calamidade, que tem duração prevista até o dia 31 de dezembro deste ano. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

O salário-educação é uma contribuição social recolhida de todas as empresas e entidades vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social e foi criado para financiar projetos e programas em benefício da educação básica pública. Seu uso para pagamento de pessoal é vedado por lei. Esse PL visa, justamente, suspender temporariamente essa vedação.

Segundo o autor do projeto, senador Dário Berger (MDB-SC), a medida é importante “para dar certo fôlego à gestão educacional de estados e municípios, diante do forte peso da folha de pagamento em suas despesas, bem como dos novos compromissos derivados da situação de anormalidade na oferta escola.”

O relator do projeto, senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), acatou emendas que condicionam o uso dos recursos do salário-educação para a remunerar profissionais da educação básica pública que atuam na preservação do financiamento dos programas suplementares, como material didático escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.

“A emenda coincide com nosso julgamento sobre a necessidade de, dentro da excepcionalidade prevista pela proposição, conceber também seu caráter subsidiário, de modo a assegurar o bom andamento das iniciativas historicamente financiadas pelos recursos”, justificou o relator.
Projetos não votados

Dos cinco projetos que o Senado analisou no dia de hoje, dois esbarraram em discordância entre os parlamentares e não foram votados. Um deles foi o Projeto de Lei Complementar 133 de 2020, que trata da reposição de perdas de arrecadação dos estados em virtude da Lei Kandir, de 1996. Trata-se de um assunto antigo, que tem colocado estados e União em lados opostos, em uma briga que, inclusive, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Outro projeto que não encontrou acordo foi o Projeto de Lei Complementar que proíbe o contingenciamento de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT. Divergências com a posição do governo, expressas pelo líder no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), motivaram o adiamento do projeto, que deverá ser votado na próxima quarta-feira (12)

Neste período de sessões remotas, os senadores têm evitado, ao máximo, colocar em votação matérias sem acordo. Isso explica os placares muitas vezes unânimes nas votações de projetos de Lei e Medidas Provisórias. Na sessão de hoje, no entanto, divergências entre líderes adiou a votação dos dois projetos.

*agenciabrasil

Mega-Sena acumula; prêmio vai a R$ 6,5 milhões

Apostadores fazem fila em casa lotérica. A Caixa Econômica Federal sorteia hoje (08) as seis dezenas do concurso 2.149 da Mega-Sena acumulada, que deve pagar um prêmio de R$ 170 milhões.

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.286 da Mega-Sena, sorteados nesta quarta-feira (5) no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo.

Os números sorteados foram 09 - 21 - 30 - 41 - 42 - 43.

A quina teve 28 acertadores e cada um vai receber R$ 56.321,66. As 1.649 apostas ganhadoras da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.366,20.

A estimativa de prêmio do próximo concurso, no sábado (8), é de R$ 6,5 milhões para quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

*agenciabrasil
 

A Clinica Dr. Timbó está com atendimento em diversas especialidades, como:

* Cardiologia - Dr. Dimas
  • Consultas
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  • Ginecológicas(Útero e Ovários)
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A clinica realiza ainda: 

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Número de mortes por covid-19 cai 7% em uma semana

Testes para detecção do Covid-19

O número de novos óbitos pela covid-19 na 31ª semana epidemiológica (última semana de julho) foi de 7.114, uma redução de 7% na comparação com a semana anterior (7.677), mesmo após o recorde de mortes do dia 29 de julho, que registrou 1.595 casos. É a primeira vez desde o final de junho que o número semanal de óbitos cai no país, segundo balanço epidemiológico apresentado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (5).

"O Brasil, que vinha durante cinco ou semanas epidemiológicas em um número estável, embora muito alto, teve uma queda entre a 30ª e a 31ª semana epidemiológica", afirmou secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. Com isso, na comparação mundial, os Estados Unidos, que chegaram a experimentar uma forte queda no número de mortes pela doença, voltaram a registrar números crescentes e ultrapassaram o Brasil na última semana, em número de óbitos, com 7.768 novos casos, de acordo com os números da pasta.

Apesar da redução, o Brasil está há mais de dois meses em um patamar acima de 7 mil mortes por semana, em decorrência da covid-19. Ao todo, já são 97,2 mil óbitos e um total de 2,85 milhões de infecções registradas no país desde o início da pandemia.
Evolução de casos

De acordo com o Ministério da Saúde, a covid-19 segue se desenvolvendo de forma diferente em cada estado. O número de novos casos da doença vem apresentando redução em 11 unidades da federação: Roraima (-17%), Amapá (-9%), Pará (-26%), Acre (-13%), Rondônia (-39%), Mato Grosso do Sul (-6%), Rio Grande do Sul (-8%), Rio de Janeiro (-48%), Bahia (-14%) e Paraíba (-12%).

Há oito estados onde o número de novos casos apresenta um resultado estável: Amazonas, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Piauí e Ceará. Já em outros oito estados, houve aumento no número de casos: Santa Catarina (39%), São Paulo (8%), Espírito Santo (12%), Sergipe (22%), Alagoas (21%), Rio Grande do Norte (33%), Tocantins (19%) e Maranhão (7%).
Evolução de óbitos

A maioria dos estados apresentou redução no número de novos óbitos por covid-19 na última semana. Segundo o balanço do Ministério da Saúde, houve queda de óbitos em Roraima (-9%), Amazonas (-16%), Amapá (-71%), Pará (-71%), Rondônia (-43%), Maranhão (-40%), Piauí (-13%), Ceará (-27%), Paraíba (-20%), Pernambuco (-20%), Alagoas (-10%), Sergipe(-24%), Rio de Janeiro (-16%), São Paulo (-8%) e Paraná (-7%).

Em Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Espírito Santo, o número de novos óbitos na última semana permaneceu em situação estável na comparação com a semana anterior. Já o aumento do registro de novas mortes foi verificado em oito Unidades da Federação: Acre (100%), Mato Grosso (8%), Mato Grosso do Sul (28%), Bahia (9%), Rio Grande do Norte (107%), Santa Catarina (26%) e Rio Grande do Sul (21%).

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Bolsonaro sanciona lei de negociação de dívidas das micro empresas

Palácio do Planalto

O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (5) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 9/2020, que autoriza a extinção de créditos tributários devidos pelas micro e pequenas empresas integrantes do Simples Nacional.

O anúncio foi feito durante transmissão pelas redes sociais. Ao lado dele estavam os deputados federais Marco Bertaiolli (PSD-SP) e Gutinho Ribeiro (Solidariedade-SE), além do senador Jorginho Mello (PL-SC), que relatou a matéria no Senado.



Segundo o presidente, a medida visa garantir a preservação de empregos durante a pandemia do novo coronavírus. O projeto havia sido aprovado em julho e aguardava sanção presidencial.

“Estamos fechando basicamente o leque para manutenção de empregos no Brasil”, disse Bolsonaro durante a live. O senador Jorginho Mello disse que o projeto vai garantir a sobrevivência dos pequenos negócios. “Isso vai de encontro a tudo aquilo que o micro e pequeno empresário sempre sonhou.”

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República afirma que “a iniciativa tem o objetivo de autorizar a extinção de créditos tributários devidos pelas microempresas (MEs) e Empresas de Pequeno Porte (EPPs), que participam do Simples Nacional, por meio de transação resolutiva de litígio. Com isso, os créditos da Fazenda Pública, em fase de contencioso administrativo ou judicial ou inscritos em dívida ativa poderão ser extintos mediante transação.”

O projeto facilita a renegociação de dívidas dessas empresas com a União nos termos da Lei do Contribuinte Legal (Lei 13.988, de 2020). A lei, sancionada em abril deste ano, permite ao governo fazer negociações chamadas de transações resolutivas de litígios quanto a dívidas com a União, seja em fase administrativa, judicial ou em fase de créditos inscritos em dívida ativa

O PLP prevê também a prorrogação do prazo para enquadramento no Simples Nacional para as micro e pequenas empresas. Essa prorrogação ainda será regulamentada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.
Dívidas com a União

O presidente Jair Bolsonaro assinou em outubro de 2019 a Medida Provisória (MP) do Contribuinte Legal, que visa a regularização e resolução de conflitos fiscais entre a administração federal e os contribuintes devedores da União.

Na ocasião, Bolsonaro afirmou que, além de “dar uma segunda chance a quem não deu certo no passado e tem uma dívida grande” e tornando o ambiente de negócios mais leve e mais empreendedor no país.

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Covid-19: Brasil tem 97.256 óbitos e 2,02 milhões de recuperados

Um funcionário do laboratório Hermes Pardini trabalha no teste da doença do coronavírus (COVID-19) com amplificação por PCR, em Vespasiano, perto de Belo Horizonte, Brasil, em 23 de julho de 2020. Foto tirada em 23 de julho de 2020. REUTERS /

O balanço diário do Ministério da Saúde - divulgado nesta quarta(5) - mostra que o Brasil tem 2.859.073 casos acumulados de covid-19. Desse total, 70,7% se recuperaram da doença, ou seja, 2.020.637 pessoas; 97.256 faleceram e 741.180 pacientes estão em tratamento. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.437 óbitos e notificados 57.152 novos casos de covid-19.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%, mesmo percentual de dias anteriores. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 46,3. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.360,3.

O Brasil mantém-se em segundo lugar no ranking mundial em número de casos e de óbitos relacionados à pandemia. A liderança é dos Estados Unidos. De acordo com o mapa da universidade Johns Hopkins, o país possui 157.690 mortes e 4.811.128 casos acumulados. Na terceira colocação, em número de casos, segundo o ranking na instituição norte-americana, aparece a Índia, com 1,9 milhão de infecções e 39.795 óbitos. Já em número de mortes, a terceira posição é do México, que registra 48.869 falecimentos e 449 mil casos totais confirmados.
Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes registraras por covid-19 são: São Paulo (24.109), Rio de Janeiro (13.855), Ceará (7.867), Pernambuco (6.758) e Pará (5.818). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Tocantins (415), Mato Grosso do Sul (442), Roraima (532), Acre (547) e Amapá (588). Mato Grosso do Sul, que permaneceu ao longo da pandemia como o local menos letal, deixou o último lugar do ranking, ultrapassando Tocantins e o Acre.

Em casos confirmados do novo coronavírus São Paulo também lidera a lista com 585.265 notificações, seguido por Ceará (181.443), Bahia (179.737), Rio de Janeiro (172.679) e Pará (160.695). Os estados com menos pessoas infectadas até o momento são: Acre (21.033), Tocantins (28.312), Mato Grosso do Sul (28.315), Roraima (34.296) e Amapá (37.318).


Boletim epidemiológico covid-19 - Ministério da Saúde

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Deputado Nizo Costa tem projeto aprovado na área de prevenção de acidentes domésticos com crianças e idosos

Deputado Nizo Costa tem projeto aprovado na área de prevenção de acidentes domésticos com crianças e idosos
Divulgação

Dois importantes projetos do Deputado Estadual Nizo Costa (PSB) foram aprovados na Assembleia Legislativa do Ceará.

O projeto de Lei de número 570/19 que denomina Adalberto Fernandes Luna o Centro de Educação Infatil - CEI - de Jucás e o projeto de Indicação 76/2020 que Institui o Programa Estadual para Prevenção de Acidentes Domésticos com Crianças e Idosos.

Os projetos buscam melhorar a vida do cearense neste período tão difícil de pandemia por coronavírus.


Assessoria

terça-feira, 4 de agosto de 2020



  
Representação em Cimentos e Rações - Distribui em toda região
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Ceará registra quase 180 mil casos de Covid-19; mortes superam 7,8 mil


Legenda: IntegraSUS mostra que o Estado já realizou 481.931 exames
Foto: Foto: AFP

O Estado do Ceará beira os 180 mil casos confirmados da doença provocada pelo novo coronavírus. Conforme a última atualização da plataforma digital IntegraSUS, gerenciada pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), às 17h40, 179.976 pessoas já haviam contraído a Covid-19 em todo o território cearense. Desse total, 7.821 faleceram em decorrência de complicações da infecção viral. Por outro lado, 151.069 pacientes já se recuperaram da enfermidade.

Além dos casos confirmados, a Sesa ainda investiga 79.989 casos que podem vir a ser confirmados por testagens e outros 601 óbitos suspeitos. A letalidade da doença no Estado caiu para 4,3%, ou seja, em cada 100 pessoas, menos de cinco acabam falecendo.

Municípios

A cidade de Fortaleza mantém o maior número de registros da Covid-19 em todo o Estado. Desde que o vírus começou a circular por aqui, já foram confirmados 42.452 casos, dos quais 3.712 foram fatais.

Além da Capital, as cidades de Juazeiro do Norte, na região do Cariri, soma 10.376 confirmações, das quais 224 evoluíram para óbito. Sobral também possui altos índices, registrando 10.038 testes positivos e 287 mortes pela infecção.

Maracanaú (5.389 casos e 233 mortes); Caucaia (5.103 casos e 320 óbitos); e Maranguape (4.189 casos e 107 falecimentos) completam a lista de municípios mais afetados pela doença.

Testes e ocupação de leitos

No dia em que o secretário da Saúde do Ceará, Dr. Cabeto, afirmou que a testagem para identificação de anticorpos ou do novo coronavírus será ampliada para 300 mil por mês, o IntegraSUS mostra que o Estado já realizou 481.931 exames.

A ocupação de leitos públicos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do Estado está na faixa de 76,46%, enquanto 39,62% dos leitos de enfermaria estão ocupados por pacientes com a Covid-19.

*DN
 

Presidência da República registra 178 casos de covid entre servidores

Palácio do Planalto

A Secretaria-Geral da Presidência da República atualizou para 178 o número de servidores da Presidência que tiveram resultado positivo para a covid-19. Desse total, 31 estão em tratamento e 147 foram curados. Não houve registro de óbito até o momento.

O balanço foi divulgado nesta terça-feira (4) e se refere a dados atualizados até o dia 31 de julho. Ao todo, 3,4 mil servidores trabalham no órgão, a maior parte no Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo federal.

"Com mais de 50% dos servidores em trabalho remoto (teletrabalho) ou em escala de revezamento, a Presidência da República busca continuamente manter o ambiente de trabalho o mais seguro possível e não hesitará em adotar procedimentos complementares, caso necessário", informou a secretaria em nota.

Ontem (3), o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, também confirmou ter testado positivo para a covid-19. O ministro é um dos integrantes do governo que dá expediente no Palácio do Planalto, e foi o sétimo auxiliar do primeiro escalão do governo a ter tido confirmação positiva para o novo coronavírus (covid-19).

Além dele, já foram contaminados pela doença os ministros Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Onyx Lorenzoni (Cidadania), Milton Ribeiro (Educação) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União).

O presidente Jair Bolsonaro, que testou positivo para a covid-19 ao longo do mês de julho, já está recuperado. A primeira-dama Michelle Bolsonaro também contraiu o vírus, segundo informado pela Presidência, na semana passada.

*agenciabrasil
    
Localizado dentro do Mercado Central de Fortaleza

Petrobras arrenda fábricas de fertilizantes na Bahia e em Sergipe

Edifício sede da Petrobras na Avenida Chile, centro da cidade.

A Petrobras arrendou duas fábricas de fertilizantes, na Bahia e em Sergipe, para o grupo Unigel. O anúncio foi feito nesta terça-feira (4), em nota divulgada pela companhia. Com o negócio, haverá retomada de produção nas duas unidades a partir de janeiro de 2021.

O acordo envolveu as fábricas de fertilizantes nitrogenados da Bahia, Fafen-BA, e de Sergipe, Fafen-SE, para a Proquigel, subsidiária da Unigel. Essa é a última etapa para a transferência de controle dos ativos, após as licenças e autorizações exigidas pelos órgãos reguladores.

Além das fábricas, o negócio inclui a promessa de subarrendamento dos terminais marítimos de amônia e ureia no Porto de Aratu, na Bahia. O contrato permite à Proquigel o controle das unidades por 10 anos, renováveis por mais 10.

Segundo nota divulgada pela estatal, a diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Lara, considerou que o arrendamento está alinhado à estratégia de gestão de portfólio de capital da companhia, que concentrará os investimentos na produção de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas, principalmente na camada pré-sal. A empresa acredita que a entrada de novos atores no segmento de fertilizantes poderá alavancar o desenvolvimento da região.

“O arrendamento vai permitir a continuidade da operação das duas fábricas de fertilizantes, que estavam hibernadas, gerando novos empregos e atraindo investimentos para os estados da Bahia e de Sergipe. A Petrobras estudou e sugeriu alternativas de otimização de custos para a transferência das instalações ao futuro operador das fábricas”, destacou Anelise.
Empregos

O diretor-geral do Grupo Unigel, Roberto Noronha Santos, informou que a reativação das duas unidades está prevista para ocorrer a partir de janeiro de 2021, e deve gerar 1,5 mil empregos diretos e indiretos nos dois estados.

“A reabertura das fábricas vai aquecer a economia e suprir uma demanda importante de insumos para agricultura, pecuária e indústria nacional, que hoje depende da importação de outros países. A expectativa é que, com a produção das duas fábricas arrendadas, seja possível suprir 20% da demanda nacional [de fertilizantes]”, afirmou Roberto.
Unigel

A Proquigel é subsidiária da Unigel, que tem entre suas principais linhas de produtos acrilonitrila, metacrilato, produtos para mineração e fertilizantes, sendo a maior produtora nacional de sulfato de amônio. A Unigel é uma empresa 100% brasileira e uma das maiores indústrias petroquímicas do país, atuando nos negócios de estirênicos, acrílicos e fertilizantes. Possui unidades industriais tanto no Brasil como no México.

Sua base de clientes abrange diversos setores industriais como: papel e celulose, têxtil, eletrônicos, embalagens, eletrodomésticos, construção civil, automotivo, agronegócios, mineração e indústria química, sendo atuantes no Brasil e no exterior.

A Fafen-BA é uma unidade de fertilizantes nitrogenados com capacidade instalada de produção de ureia de 1,3 mil toneladas por dia, sendo capaz de comercializar amônia, gás carbônico e agente redutor líquido automotivo (Arla 32). A unidade de Sergipe tem capacidade instalada de produção de 1,8 mil toneladas de ureia por dia, sendo capaz de comercializar amônia, gás carbônico e sulfato de amônio, produto também usado como fertilizante.

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Militares brasileiros em Beirute estão bem, diz Marinha

Fumaça sobe após uma explosão na região portuária  de Beirute

A Marinha do Brasil informou hoje (4) que os militares que compõem a Força Tarefa Marítima da corporação, em Beirute, estão bem e não foram atingidos pela grande explosão ocorrida na região portuária da capital do Líbano, há algumas horas, bem como o contingente brasileiro baseado na cidade de Naqoura, ao sul do Líbano.

"Fragata Independência encontrava-se patrulhando a região conhecida como 'Área de Operações Marítima' da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), a uma distância de aproximadamente 15 km do Porto de Beirute", informou o Centro de Comunicação Social da Marinha, em nota à imprensa.

A Marinha informou que acompanha os desdobramentos da explosão.

A explosão ocorreu na região portuária de Beirute, onde existem armazéns que abrigam explosivos, informou a agência Reuters. Pelo menos 70 mortes já foram confirmadas pelas autoridades locais.

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Número de mortos por explosão em Beirute sobe para mais de 50

Smoke rises from the site of an explosion in Beirut

O número de mortos em razão de uma grande explosão em Beirute nesta terça-feira aumentou para mais de 50, e mais de 2.700 pessoas ficaram feridos, informou o ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hasssan, em comentários televisionados.

O ministro havia dito, anteriormente, que mais de 25 pessoas tinham morrido e mais de 2.500 estavam feridas.


Destruição provocada por explosão em Beirute - REUTERS/Mohamed Azakir/Direitos reservados
Premiê do Líbano diz que responsáveis por explosão em Beirute vão pagar o preço

O primeiro ministro do Líbano, Hassan Diab, disse que os responsáveis ​​por uma explosão em um armazém "perigoso" na área portuária de Beirute, que abalou vários pontos da capital libanesa, vão pagar o preço.

"Eu prometo a você que essa catástrofe não passará sem responsabilidade. Os responsáveis ​​vão pagar o preço", disse ele em um discurso televisivo.

"Os fatos sobre esse armazém perigoso, que existe desde 2014, serão anunciados e não serão antecipados antes das investigações", acrescentou.


Destruição provocada por explosão em Beirute - REUTERS/Mohamed Azakir/Direitos reservados

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Itamaraty acompanha situação de brasileiros em Beirute após explosão

Smoke rises from the site of an explosion in Beirut's port area

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) emitiu nota oficial nesta terça-feira (4) em que manifesta solidariedade ao povo e ao governo do Líbano após uma grande explosão ter ocorrido em um armazém na região portuária de Beirute, capital do país, que fica no Oriente Médio, à beira do Mar Mediterrâneo. Autoridades locais apontam mais de 50 mortos e milhares de feridos, mas esse número deve crescer nas próximas horas.

De acordo com o Itamaraty, "não há, até o momento, notícia de cidadãos brasileiros mortos ou gravemente feridos". A pasta acompanha a situação por meio da embaixada brasileira no país, cuja sede fica a cerca de 8 quilômetros da zona onde ocorreu a explosão. Também foram disponibilizados números de telefone e e-mail para contato com a assistência consular no país e também em Brasília.

Depois da explosão, a Marinha do Brasil informou que os militares que compõem a Força Tarefa Marítima da corporação, em Beirute, estão bem e não foram atingidos explosão.


Local da explosão em Beirute- REUTERS/Mohamed Azakir/Direitos reservados

Confira a íntegra da nota do governo brasileiro:

"O governo brasileiro solidariza-se com o povo e o governo do Líbano pelas vítimas fatais e pelos feridos atingidos pelas graves explosões que tiveram lugar hoje no porto de Beirute.

O Ministério das Relações Exteriores acompanha com atenção os acontecimentos na cidade e está pronto para prestar a assistência consular cabível. Não há, até o momento, notícia de cidadãos brasileiros mortos ou gravemente feridos.

O Itamaraty seguirá acompanhando a situação por meio da Embaixada do Brasil em Beirute, em coordenação com a Divisão de Assistência Consular (DAC) em Brasília.

O telefone de plantão consular da Embaixada do Brasil em Beirute está disponível para informações sobre a situação dos brasileiros no Líbano pelo número +961 70108374. O núcleo de assistência a brasileiros do MRE em Brasília também está à disposição para informações, de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, pelos telefones +55 61 2030 8820/6756/6753 e pelo e-mail dac@itamaraty.gov.br. Nos demais horários, poderá ser contatado o telefone do plantão consular da Secretaria de Assuntos de Soberania Nacional e Cidadania do Itamaraty pelo número +55 61 98197-2284."
Premiê do Líbano


Fumaça saindo do local da explosão - REUTERS/Mohamed Azakir/Direitos reservados

O primeiro ministro do Líbano, Hassan Diab, disse que os responsáveis pela explosão no "armazém perigoso", que abalou vários pontos da capital libanesa, vão pagar ou preço.

"Eu prometo a você que essa catástrofe não passará sem responsabilidade", disse ele em um discurso na televisão.

*Contém informações da Reuters.