
Os sensores, conforme o deputado, são responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e não têm o objetivo de prevenir acidentes ou instruir o motorista, e sim, “faturar”. “É a indústria da multa”, salientou.
Ferreira Aragão frisou que seu projeto não é inconstitucional, “como alguns poderiam alegar”, e que não está pedindo para retirar os equipamentos, mas a sinalização das estradas. “Adoraria que os sensores fossem retirados e recolocados de forma a serem vistos pelos motoristas, mas isso é competência do Ministério público e não nossa”, disse.
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