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A mucormicose é uma infecção rara, provocada por um fungo, e tem acometido milhares de pacientes com coronavírus na Índia. Esse fungo é encontrado, principalmente, em lugares quentes e úmidos. A doença não é contagiosa, ou seja, não é transmitida de pessoa a pessoa.
Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a doença afeta principalmente pessoas que têm problemas de saúde ou tomam medicamentos que diminuem a capacidade do corpo de combater germes e doenças.
“É uma doença causada por um fungo, felizmente incomum no nosso país, embora tenhamos ocorrências de casos. É uma doença muito grave e que acomete, em especial, pacientes com baixa imunidade. Infelizmente, o fato de se usar corticoides em altas doses acaba provocando ocorrência com um ou outro paciente”, explicou hoje (2) o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.
Ontem (1º) um caso de mucormicose foi confirmado em Manaus pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD). Segundo a fundação, o paciente era um homem de 56 anos, residente em Manaus, com histórico de diabetes tipo 2. Esse paciente foi internado no dia 12 de abril e morreu quatro dias depois no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio.
Ele havia recebido a primeira dose da CoronaVac, vacina contra a covid-19, no dia 1º de abril. Dias depois, já apresentou sintomas gripais. O teste de RT-PCR não detectou covid-19. Esse paciente apresentou também um prurido no olho direito, que evoluiu para uma infecção local. Após a confirmação do caso, um alerta foi emitido para os médicos que atendem pacientes com covid-19 e diabetes no estado do Amazonas.
*agenciabrasil
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