
Estiveram na audiência, o presidente do Ipea, Ernesto Lozardo; o secretário da Fazenda do Paraná, Mauro Ricardo; a coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli; e o presidente da Febraban, Murilo Portugal.
Na ocasião, um dos assuntos abordados foi a possibilidade de uma auditoria da dívida externa, para se verificar quanto se paga e para quem, ou seja, constatar se é fidedigno. Essa ação tem previsão Constitucional, e nunca foi realizada.
Além disso, o presidente da Comissão Especial, deputado Danilo Forte, enfatizou que para resgatar a economia é de extrema relevância que o sistema financeiro contribua ativamente neste processo.
“A taxa básica de juros da economia é um forte indício da saúde econômica de um país. Ela define os juros aplicados em todo o mercado. Quanto maior a taxa, menos pessoas tomam empréstimos- porque é mais difícil e mais caro- e menos dinheiro circula, diminuindo o consumo. A nossa taxa de juros é uma das mais altas do mundo”, disse.
O Comitê de Política Econômica do Banco Central (Copom) estimou a taxa de juros em 14,25% ao ano, e segundo o parlamentar “esse valor é estratosférico, no qual o Brasil continua sendo, disparado, o país que paga os juros reais mais altos aos credores, descontando o efeito da inflação”.”
E finalizou. “Se existe algo que o Brasil precisa, nesse momento, são medidas que fomentem a nossa economia. É fato que o juros alto faz com que as empresas diminuam a procura por crédito, reduzam investimentos e, consequentemente, prejudicam o reaquecimento da economia”.
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