
A categoria afirma que a situação dos hospitais é precária, falta insumos básicos, como luvas, fio de sutura, esparadrapo, cateter, entre outros itens, além de remédios básicos, como antibióticos.
Foram mais de 500 residentes do Estado aderindo à paralisação, que teve início no último 26 de novembro. A Associação Nacional convocou, desde o dia 8 de dezembro, uma paralisação em todo o país.
Em apoio à categoria, está a Deputada Aderlânia Noronha, que defendeu a classe, e garantiu seu apoio na defesa de suas reivindicações.
O líder do PMDB na Assembleia. deputado Audic Mota, requereu a realização de Audiência Pública nas Comissões de Seguridade Social e Saúde; Trabalho, Administração e Serviço Público e Comissão de Recesso, com a presença do governador, secretário de Saúde, Promotores, Ministério Público Federal, Sindicato dos Médicos do Ceará, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-CE), Conselho Regional de Medicina (CREMEC-CE), Associação Médica Cearense (AMC) e AMERECE.
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