quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Deputado Moses Rodrigues apoia candidatura de Baleia Rossi à presidência da Câmara






Na tarde desta quarta-feira (06), o deputado federal Moses Rodrigues participou, em Brasília, do lançamento oficial da campanha do deputado federal Baleia Rossi à presidência da Câmara Federal.  O evento aconteceu no Salão Negro, do Congresso Nacional, e contou com representantes de 11 partidos da base aliada e da imprensa.

_“A Câmara precisa ser livre para que possamos manter viva a democracia, e é assim que o amigo Baleia Rossi vem defendendo seu nome como o candidato que uniu partidos em prol do respeito e da constituição”_, destacou Moses Rodrigues.

Durante o discurso de lançamento da candidatura, o deputado federal Baleia Rossi defendeu o respeito à democracia. _“Vivemos um momento histórico, sim, e vale esse registro porque, desde a redemocratização do nosso país, nós não tínhamos um movimento de união de partidos que pensam diferente formando uma frente ampla”_, desatou o candidato.

O bloco de apoio à candidatura de Baleia Rossi é formado por PSL, MDB, PSB, PSDB, DEM, PT, PDT, Cidadania, PV, PCdoB e Rede, que juntos somam 261 parlamentares. No entanto, nos próximos dias outros partidos podem aderir a campanha de Rossi ampliando o número de votos, podendo chegar a 281.

 

Groaíras: Mais uma sequência de assaltos registrados nesta terça (05). Prefeito foi uma das vítimas.


Segundo as informações, pelo menos 04 pessoas foram vítimas dos assaltantes, que estavam em uma moto e armados. 

Dentre as vítimas, estava o prefeito, Adail Melo, que teve dois aparelhos de celular levados. 

Na manhã desta quarta, Adail veio por meio de suas redes sociais comunicar o ocorrido e alertar que desconsiderem qualquer contato usando seu nome por meio dos seus números de telefone. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

 

Organização: Alexandra Araújo

-Rua Dona Leopoldina - N° 1280
Groaíras-ce
Telefones- (88) 98828-5456/(88) 99329-0700

Banco Mundial prevê salto de 4% no PIB global em 2021

 


A economia global deve crescer 4% em 2021 depois de encolher 4,3% em 2020, disse o Banco Mundial nesta terça-feira (5), embora tenha alertado que o aumento das infecções por covid-19 e atrasos na distribuição das vacinas podem limitar a recuperação para apenas 1,6% neste ano.

A previsão semestral do Banco Mundial mostrou que o colapso na atividade devido à pandemia do novo coronavírus foi ligeiramente menos grave do que o previsto anteriormente, mas a recuperação também estava mais moderada e ainda sujeita a consideráveis riscos negativos.

"A perspectiva de curto prazo permanece altamente incerta", disse o Banco em um comunicado. "Um cenário negativo em que as infecções continuem a aumentar e o lançamento de uma vacina seja adiado pode limitar a expansão global a 1,6% em 2021."

Com o controle bem-sucedido da pandemia e um processo de vacinação mais rápido, o crescimento global pode acelerar para quase 5%, disse o banco em seu último relatório de Perspectivas Econômicas Globais.

Mais de 85 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus e quase 1,85 milhão morreram desde que os primeiros casos foram identificados na China, em dezembro de 2019.


A pandemia deve ter efeitos adversos duradouros na economia global, agravando uma desaceleração já projetada antes do início do surto, e o mundo pode enfrentar uma "década de decepções com o crescimento" a menos que reformas abrangentes sejam implementadas, disse o Banco Mundial.

Contrações mais superficiais nas economias avançadas e uma recuperação mais robusta na China ajudaram a evitar um colapso maior na produção global geral, mas as interrupções foram mais agudas na maioria dos outros mercados emergentes e economias em desenvolvimento, disse o órgão.

O Produto Interno Bruto agregado de mercados emergentes e economias em desenvolvimento -- incluindo a China -- deve saltar 5% em 2021, após uma contração de 2,6% em 2020.

A economia da China deve expandir 7,9% este ano, depois de subir 2% em 2020, afirmou o Banco.

Excluindo a China, os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento devem apresentar alta de 3,4% em 2021, após contração de 5% em 2020.

A renda per capita caiu em 90% dos mercados emergentes e economias em desenvolvimento, levando milhões de volta à pobreza, com a redução da confiança do investidor, o aumento do desemprego e a perda de tempo de educação diminuindo as perspectivas de redução da pobreza no futuro, disse o Banco.

A crise também desencadeou aumento nos níveis de dívida entre os mercados emergentes e economias em desenvolvimento, com a dívida do governo saltando 9 pontos percentuais do PIB, o maior ganho anual desde o final dos anos 1980.

"A comunidade global precisa agir rápida e vigorosamente para garantir que a última onda de dívida não termine com crises de dívida", disse o relatório, acrescentando que as reduções nos níveis da dívida seriam a única maneira de alguns países voltarem à solvência.

O ressurgimento de infecções paralisou uma recuperação nascente nas economias avançadas no terceiro trimestre, com a produção econômica desses países agora devendo subir 3,3% em 2021, em vez de 3,9% como inicialmente previsto, disse o órgão.

O Banco Mundial projeta que o PIB dos EUA vai expandir 3,5% em 2021, depois de contração estimada de 3,6% em 2020. A zona do euro deve registrar crescimento da produção de 3,6% este ano, depois de queda de 7,4% em 2020.

*Agenciabrasil


 

Volume de negócios com criptomoedas atinge recorde, diz estudo






Os volumes de negócios em grandes bolsas de criptomoedas atingiram um recorde diário de 68,3 bilhões de dólares na segunda-feira (04), segundo levantamento divulgado hoje (05) pela CryptoCompare, empresa especializada no mercado digital de criptomoedas. Os volumes em 2020 foram de 13,1 bilhões.

O volume tem sido impulsionado pelo forte "rali do bitcoin", que no domingo atingiu recorde de 34.800 dólares, ampliando um rali que fez a moeda quadruplicar de valor no ano passado. Na segunda-feira, a moeda digital teve forte queda antes de recuperar perda em meio à volatilidade em mercados altamente alavancados.

Nesta terça-feira a criptomoeda era negociada a 32.180 dólares, em alta de 0,4%.

Investidores institucionais avaliam que o bitcoin pode atuar como uma proteção contra inflação em meio à farta liquidez distribuída por bancos centrais e governos que tentam se recuperar da pandemia de covid-19.
 
*Agenciabrasil


 

Não há verba no orçamento para pagar Banco do Brics, diz ministério

 


A falta de autorização no orçamento levou o Brasil a não pagar uma parcela de US$ 292 milhões para aporte de capital no Novo Banco de Desenvolvimento, também conhecido como Banco do Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Em nota emitida nesta noite, o Ministério da Economia informou que, ao longo do segundo semestre de 2020, tentou remanejar verbas com o Congresso Nacional, mas os parlamentares repassaram os recursos a outros ministérios.

Sem o pagamento da parcela, o governo brasileiro tornou-se inadimplente com o NDB (sigla do banco em inglês). Por determinação contratual, a instituição financeira terá de comunicar a situação às agências de classificação de risco, aos parceiros internacionais e aos detentores de títulos do banco.

De acordo com o comunicado, em 14 de dezembro, o Ministério da Economia encaminhou ofício ao presidente da Comissão Mista de Orçamento, que está sem presidente por falta de acordo político, e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pedindo o remanejamento de R$ 1,496 bilhão que quitaria a parcela com o NDB. Segundo a nota, os congressistas não acataram o pedido e remanejaram os recursos para outros ministérios.

Sem a dotação aprovada, o projeto de lei sancionado no fim do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro deixou de fora o pagamento ao Banco do Brics. O projeto remanejou R$ 3,3 bilhões para cerca de 30 órgãos internacionais, como as Nações Unidas e a Organização dos Estados Americanos (OEA).

Para poder fazer o pagamento, informou o Ministério da Economia, o governo precisa de autorização do Congresso, que está de recesso. A penúltima parcela de aporte de capital para o NDB corresponde a US$ 350 milhões, dos quais o Brasil pagou R$ 310,7 milhões (cerca de US$ 58,3 milhões) em novembro.

 

*agênciabrasil



Covid-19: país registra 56,6 mil casos e 1,1 mortes em 24 horas



O Brasil registrou 56.648 novos casos de covid-19 e 1.171 novas mortes pela doença em 24 horas. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta terça-feira (5) e se referem aos registros feitos desde o boletim de ontem.

O número de novos óbitos foi o segundo maior desde o início de setembro, perdendo apenas para o dia 30 de dezembro, quando foram registradas 1.194 novos falecimentos em decorrência do novo coronavírus

Tabela mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 no Brasil. - Ministério da Saúde

Com as novas mortes, as vidas perdidas para a pandemia subiram para 197.732. Ontem, os dados do Ministério da Saúde sobre a doença traziam 196.561 óbitos. Ainda há 2.550 falecimentos em investigação.

Com os novos casos acrescidos às estatísticas, o total de pessoas infectadas desde o início da pandemia foi para 7.810.400. Até ontem, o sistema do Ministério da Saúde com dados sobre a pandemia marcava 7.753.752 diagnósticos de covid-19 ao longo da pandemia.

Conforme o painel do Ministério da Saúde, há ainda 649.261 casos ativos em acompanhamento. O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 6.963.407.

Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações de fim de semana que são enviadas ao Ministério da Saúde. No caso desta semana, pode ser acrescido o feriado do dia 1o, que caiu na sexta-feira.
Estados

No topo da lista dos estados com mais mortes por covid-19 estão São Paulo (47.222), Rio de Janeiro (25.837), Minas Gerais (12.083), Ceará (10.042) e Pernambuco (9.709). Já entre os últimos no ranking estão Roraima (798), Acre (808), Amapá (943), Tocantins (1.248) e Rondônia (1.852).

 *Agenciabrasil

 


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Covid-19: apoio do BNDES a empresas alcança R$ 154 bilhões em 2020



O apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) às empresas brasileiras no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus alcançou R$ 154 bilhões no ano passado. Os recursos beneficiaram cerca de 390 mil empresas, que respondem pela geração de mais de 9,5 milhões de empregos. A informação foi divulgada hoje (5) pela instituição.

As primeiras medidas foram tomadas em março de 2020. Na liberação dos valores, o BNDES deu prioridade a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e micro empreendedores individuais (MEIs), que correspondem a 99,6% do total de beneficiários apoiados.

Segundo a instituição, o principal destaque foi o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) que, desde seu lançamento, no dia 30 de junho, garantiu R$ 92,1 bilhões a 114,5 mil empresas, dos quais R$ 82,3 bilhões destinados às pequenas e médias. Ao todo, 47 agentes financeiros estão habilitados a contratar empréstimos com a garantia do Tesouro Nacional por meio do Fundo Garantidor de Investimentos, que é o modelo do Peac.

Dos R$ 154 bilhões destinados às empresas brasileiras, R$ 20 bilhões foram repassados em março do Fundo PIS-Pasep, administrado pelo BNDES, para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Isso permitiu que pessoas físicas fizessem saques emergenciais e destinassem parte dos recursos ao consumo. “O repasse também ajudou a economia a se reerguer e deu fôlego às pessoas físicas”, destacou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa.

Um dos empreendedores que receberam recursos do BNDES foi Cristóvão Marques Pinto Júnior, sócio de uma rede de restaurantes de comida italiana em Manaus. Com a pandemia, ele chegou a pensar em abandonar o negócio, mas decidiu seguir em frente. Com o financiamento do BNDES, oferecido por intermédio do Banco Safra, Cristóvão Marques conseguiu suprir o pagamento da folha de salários e comprar novos equipamentos. “Esse crédito ajudou muito. Ajudou a não deixar meu sonho morrer, a continuar com ele e inclusive a expandir”, afirmou.
Linhas emergenciais

As medidas emergenciais do banco começaram a ser anunciadas no dia 22 de março. A linha Crédito Pequenas Empresas, que oferece crédito para capital de giro, e que já aprovou R$ 9,1 bilhões, apoiando 27,5 mil empresas, foi uma delas.

O Programa Emergencial de Suporte ao Emprego (Pese) aprovou, em duas etapas, R$ 8 bilhões em crédito para pagamento da folha de salários de funcionários e quitação de verbas trabalhistas. A linha Peac Maquininhas, voltada para empréstimos oferecidos por agentes financeiros com base nas vendas feitas por meio das maquininhas de cartão, chegou a R$ 3,1 bilhões aprovados para 109 mil empreendedores.

O BNDES Audiovisual (FSA), outra linha emergencial criada para o financiamento a salários, gastos com fornecedores e manutenção da atividade fim das empresas pertencentes à cadeia produtiva do setor audiovisual, apoiou 11 empresas que empregam mais de 7,5 mil pessoas com R$ 246 milhões.

O banco aprovou também R$ 20 milhões não reembolsáveis para apoio a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) realizados em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e destinados a atender às necessidades do sistema de saúde do país, ajudando no combate à pandemia.

O Programa BNDES Crédito Cadeias Produtivas concedeu financiamento para capital de giro à cadeia produtiva de grandes empresas, formada majoritariamente por pequenas e médias empresas, atendendo às necessidades de liquidez de 211 empresas, com o montante de R$ 117 milhões.
Mais segmentos

Também as grandes empresas foram atendidas pelas linhas de crédito do BNDES. O banco promoveu a suspensão de pagamentos de financiamentos ao setor privado no total de R$ 13,3 bilhões, beneficiando mais de 29 mil empresas.

Além disso, um consórcio formado pelo BNDES e mais 15 instituições financeiras contratou R$ 15,3 bilhões na Conta Covid, para financiamento ao setor elétrico, de forma a evitar um aumento maior imediato das tarifas durante a pandemia.

No setor público, as ações emergenciais atingiram R$ 3,9 bilhões em suspensões de pagamentos de estados e municípios. O BNDES acelerou ainda a liberação de financiamentos contratados por estados no total de R$ 225 milhões.

Para o setor de saúde, o Programa Salvando Vidas, de financiamento coletivo para a compra de material insumos e equipamentos para santas casas e hospitais filantrópicos, arrecadou R$ 78 milhões. Desse valor, a metade foi aportada pelo BNDES.

Já as aprovações do Programa de Apoio Emergencial ao Combate da Pandemia do Coronavírus somaram R$ 309 milhões para o setor de saúde, contribuindo para a abertura de 2.900 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e enfermaria; aquisição de 1,7 mil equipamentos médicos, como monitores e ventiladores pulmonares; 4 milhões de kits de diagnóstico contra a covid-19 e 58,4 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs).

 

*Agenciabrasil


 

Prefeito Antônio Martins e os secretários de Infraestrutura e Transportes realizam reunião geral com servidores municipais





Na última segunda-feira (4), às 8h, o prefeito Antônio Martins esteve presente ao encontro integrado dos servidores da Secretaria da Infraestrutura e Desenvolvimento e da Secretaria dos Transportes, acompanhado da chefe de Gabinete, Luciana Miranda. Na ocasião, o prefeito Antônio Martins se dirigiu aos funcionários públicos das mencionadas Secretarias, solicitando que todos mantenham assiduidade no trabalho, mais zelo com os equipamentos de proteção individual (EPIs), cuidados no uso dos maquinários e veículos das Secretaria mencionadas, além do compromisso e empenho que todos devem ter para a melhoria da limpeza pública da cidade, oferta de um bom transporte para os estudantes da rede municipal de ensino e para os pacientes que necessitarem de atendimentos na rede pública municipal de saúde.



Na ocasião, o novo secretário municipal da Infraestrutura e Desenvolvimento, Cícero Ferreira Amâncio, também fez uso livre da palavra, para solicitar aos servidores da mencionada Secretaria, uma maior dedicação e compromisso, no sentido de prestar à população um serviço de qualidade.



👉Reunião do novo secretário de Transportes com os motoristas

Quem também esteve presente ao encontro integrado foi o novo secretário municipal de Transportes, Cícero Henrique Chaves, que posteriormente, eu outro local, ao lado do subsecretário de Transportes, Eduardo Miranda, reuniu o quadro de motoristas do transporte público, para solicitar o apoio de todos os profissionais no que se relaciona aos cuidados com os veículos e uma prestação de serviço de qualidade à população.



Na ocasião, o ex-secretário municipal de Transportes, Vicente William Chaves fez uso livre da palavra, para agradecer pelo apoio e a colaboração de todos os motoristas durante o seu mandato à frente da Secretaria de Transportes e desejou boa sorte e um profícuo trabalho ao novo secretário Henrique Chaves.

 *Carireemrevista

 

Fernandinho Beira Mar acompanha posse da filha como vereadora, da cadeia

 

A dentista Fernanda Costa (MDB-RJ), filha do traficante Fernandinho Beira-Mar, assumiu uma cadeira de vereadora em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ela é a primeira suplente do partido e ocupará o posto, após o prefeito Washington Reis, também do MDB, ter nomeado um dos membros da bancada como secretário.

Fernanda Costa, 32, recebeu 3.999 votos e foi a oitava vereadora mais votada do MDB no município — que tem 855 mil habitantes, segundo estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e é terceiro maior colégio eleitoral do Rio de Janeiro.

Fernandinho Beira Mar, preso em penitenciária de segurança máxima, acompanhou a posse da prisão.

*Roberto Moreira.

 

Organização: Alexandra Araújo

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Bolsonaro diz que Brasil está “quebrado” e que não consegue fazer nada

 

Em seu primeiro dia de trabalho em 2021, o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira, 5, que o Brasil está ”quebrado”. Para apoiadores, ele disse que não “consegue fazer nada” e citou como exemplo as mudanças na tabela do Imposto de Renda.

“O Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, tá, teve esse vírus, potencializado pela mídia que nós temos, essa mídia sem caráter”, afirmou Bolsonaro a um apoiador na saída do Palácio da Alvorada.

A ampliação da isenção do IR é uma das promessas de campanha de Bolsonaro que nunca saíram do papel. Em 2019, o presidente chegou a retomar o assunto algumas vezes ao afirmar que a ampliação estava sendo estudada pelo governo.

Atualmente, quem ganha até R$ 1,9 mil por mês está isento de declarar o IR. Bolsonaro já chegou a dizer que gostaria de aumentar a isenção da tabela do IR para quem ganha até cinco salários mínimos até o final de seu mandato (hoje, R$ 5,5 mil). A ideia, contudo, já enfrentava resistência da equipe econômica ainda em 2019, quando as contas do governo não estavam afetadas pela crise do novo coronavírus.

Na conversa com apoiadores nesta terça, Bolsonaro também voltou a intensificar as críticas à mídia, que segundo ele realiza um “trabalho incessante de tentar desgastar” o governo. “Vão ter que me aguentar até o final de 2022, pode ter certeza aí”, afirmou.

Bolsonaro retoma o expediente normal no Palácio do Planalto após 17 dias sem compromissos oficiais e dias de recesso divididos entre o litoral de Santa Catarina, em São Francisco do Sul, e no litoral de São Paulo, no Guarujá.

*Roberto Moreira.