Camilo, que junto de si levou Chagas Vieira para a equipe, já tem um histórico de vitórias em eleições duras, em algumas com vitórias em viradas. Chagas foi chefe da Casa Civil do Estado em três governos e atuou nas gestões de Camilo Santana e Elmano de Freitas. Na campanha presidencial, trabalha na articulação política e na comunicação, ao lado dos marqueteiros Otávio Antunes, de São Paulo, e Monteiro, da Bahia.
Segundo reportagem do O Globo, a equipe passou a dar maior ênfase aos ataques ao senador Flávio Bolsonaro e à apresentação de propostas para um eventual quarto mandato de Lula. A estratégia também busca reconhecer as dificuldades enfrentadas pela população e destacar a necessidade de novas iniciativas para o país.
A mudança representa uma diferença em relação ao primeiro turno, quando a campanha priorizou o legado dos governos Lula. Para a nova etapa, o discurso passa a contemplar com maior destaque os desafios atuais do cotidiano dos brasileiros e as propostas para o futuro.
Camilo já foi cogitado por diversas vezes, e até mesmo por Lula, como um nome presidenciável. Uma vitória de Lula neste segundo turno, com certeza o colocará nos holofotes para 2030.

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