terça-feira, 30 de maio de 2017

Nome de Rollemberg, governador do DF, está em lista de delator da JBS por suposta propina

Lista de governadores entregue por delator da JBS ao Ministério Público Federal (Foto: Reprodução)

Lista inclui 16 governadores; segundo delator, eles receberam dinheiro ilícito 'direta e indiretamente'. Buriti nega recebimento, e diz que empresa não obteve benefícios na atual gestão do DF.
O nome do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, aparece em um dos documentos apresentados pelo ex-diretor da J&F Ricardo Saud no acordo de delação premiada. Na lista, constam 16 governadores eleitos e reeleitos em 2014, sem referências ao valor que cada um teria recebido. Durante a delação, Saud afirmou ao Ministério Público Federal que o grupo empresarial destinou "propina para 16 governadores eleitos".
"[...] Demos propina para 16 governadores eleitos, sendo 4 do PMDB, 4 do PSDB, 3 do PT, 2 do PSB, um do PP, um do PSD. Esse foi um estudo que eu fiz por conta minha, até perguntei aos meus advogados se eu podia fazer, eu acho que isso aqui no futuro vai servir. Eu trouxe aqui, ó, todas as pessoas que receberam propina nossa, direta ou indiretamente", diz Saud.
Em nota, o Palácio do Buriti afirma que "as contribuições da JBS ao PSB-DF e à campanha do governador Rodrigo Rollemberg estão registradas junto ao TSE e se deram de forma lícita e sem qualquer promessa de contrapartida".
Ainda segundo o texto enviado pela assessoria de Rollemberg, a JBS não obteve nenhum "benefício" do atual governo, e chegou a ter pedidos recusados (leia íntegra, e a defesa dos outros citados, ao fim desta reportagem).
Doações registradas
Na planilha de doadores de campanha de Rollemberg, disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aparecem 40 repasses da JBS à campanha do político, entre os dias 16 de julho e 13 de novembro de 2014. Os valores de cada transação variam de R$ 6,54 a R$ 150 mil. Ao todo, R$ 402.831,70 foram repassados, sendo que todo dinheiro foi intermediado pelo PSB regional.
A planilha também inclui uma doação direta da JBS à campanha de Rollemberg, de R$ 450 mil, no dia 24 de outubro – dois dias antes da votação em segundo turno, quando o governador foi eleito. Ao todo, a empresa destinou R$ 852,8 mil à campanha.
Saud e o PSB
Na delação, Saud chega a afirmar que o PSB – partido de Rollemberg – concentrou grande interesse do grupo J&F na campanha de 2014 porque, à época, o candidato à presidência da República Eduardo Campos (PE) ia bem nas pesquisas. O mesmo acontecia com as campanhas de Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB), de acordo com o delator.
Mesmo após a morte de Eduardo Campos, em um acidente aéreo durante a campanha, Saud diz que as negociações continuaram. Na delação, ele aponta o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito de Recife, Geraldo Júlio, como os interlocutores do PSB nessa manutenção do acordo.
Saud também afirma que, entre os R$ 600 milhões injetados pelo grupo J&F em todas as campanhas de 2014 – desde os deputados estaduais, até a disputa ao Palácio do Planalto –, a maior parte correspondia a propina. "Desses 500 milhões, quase 600 milhões que nós estamos falando aqui, praticamente, se a gente tirar esses 10, 15 milhões aqui, o resto tudo é propina. Tudo tem 'arte', 'arte de ofício', tudo tem promessa, tudo tem alguma coisa".
Ilegais e declarados
Em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), o empresário Joesley Batista detalhou aos investigadores como eram feitos os pagamentos a políticos. Segundo ele, muitas vezes, a propina era entregue "na forma de doação oficial", devidamente declarada. Outros repasses também eram feitos "por fora", como caixa 2 ou notas fiscais frias, além de dinheiro vivo.
"Tem pagamento via oficial, caixa 1, via campanha política, tem via caixa 2, tem via dinheiro em espécie. Basicamente essa é a forma de pagar. Normalmente acontece o seguinte: se combina o ilícito, se combina o ato de corrupção com o político, com o dirigente do poder público, e daí pra frente se procede o pagamento. Os pagamentos são feitos das mais diversas maneiras. Seja nota fiscal fria, seja dinheiro, caixa 2, até mesmo doação política oficial", afirma o empresário.
Ele é questionado, então, sobre se os pagamentos a políticos realizados pela empresa eram propina. E responde: "Contrapartida. Isso. Propina disfarçada de doação política". Segundo Joesley, nos últimos anos foram pagos "uns R$ 400 milhões" em doação oficial, e "uns R$ 100 milhões" em nota fiscal fria, por exemplo.
Confira a íntegra do posicionamento do governo do DF:
"As contribuições da JBS ao PSB-DF e à campanha do governador Rodrigo Rollemberg estão registradas junto ao TSE e se deram de forma lícita e sem qualquer promessa de contrapartida.
Não houve qualquer ação do governo que tenha trazido benefícios ao grupo.
Pelo contrário, houve um pedido da empresa para obter um regime especial tributário para comercialização de produtos de carne no Distrito Federal, sem a instalação de uma unidade fabril, o que foi recusado pelo Governo de Brasília.
A JBS teve sua inscrição fiscal suspensa no Distrito Federal por encerramento de atividades em 2015.
Atualmente o grupo fornece insumos para a merenda escolar por ter sido vencedor de uma licitação no governo anterior, cuja venda se dá a partir de outro estado."
Saiba o que os outros governadores e políticos citados falam sobre a delação de Ricardo Saud:
José Ivo Sartori (PMDB), governador do Rio Grande do Sul: afirmou ao G1, em nota, que as doações recebidas da JBS "foram realizadas dentro da legislação vigente, sendo efetivadas através de transferência eletrônica, saindo da conta da empresa diretamente para a conta da candidatura, bem como emitidos os respectivos recibos eleitorais".
Renan Calheiros Filho (PMDB), governador de Alagoas: não se pronunciou.
Marcelo Miranda (PMDB), governador de Tocantins: o G1 não conseguiu contato com a assessoria do governador. Em nota sobre a citação de Miranda por delatores da Odebrecht, o governo do estado disse que "todas as doações de campanha do governador foram feitas de forma legal, devidamente declaradas e as contas aprovadas".
Luiz Fernando Pezão (PMDB), governador do Rio de Janeiro: ao G1, afirmou que "todas as doações da campanha foram feitas de acordo com a Justiça Eleitoral".
Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco: diz "repudiar, veementemente, a exploração política do depoimento do delator Ricardo Saud, que já antecipo não corresponde à verdade". Afirma que não recebeu doação da JBS, tem vida dedicada ao serviço público, é homem de classe média e vive do salário.
Beto Richa (PSDB), governador do Paraná: segundo o comitê financeiro da campanha de Richa, as doações de R$ 1 milhão e R$ 1 mil feitas pelo grupo JBS "foram declaradas na prestação de contas entregue à Justiça Eleitoral e em conformidade com a legislação vigente à época das eleições de 2014".
Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo: em nota, diz que "não existe nenhuma acusação contra a campanha do governador Geraldo Alckmin na delação do executivo", e que as doações "foram realizadas com transparência e dentro da estrita legalidade, conforme registrado pelo TSE". Afirma, ainda, que "não cabe comparar esta doação legal com repasses mencionados em denúncias de irregularidades".
Simão Jatene (PSDB), governador do Pará: o político afirmou ao G1 que "o diretório nacional manda recurso ao diretório paraense" e, por isso, não é possível saber a origem do recurso. "Imagina se você sabe o dinheiro que passou na sua mão hoje, se algum desse dinheiro passou pela mão de alguém que não é sério. Como é que você vai imaginar esse tipo de coisa?", disse o governador.
Reinaldo Azambuja (PSDB), governador do Mato Grosso do Sul: em nota, afirmou que apenas um termo de acordo com o Grupo JBS foi assinado na gestão dele e que tudo está dentro das leis de incentivos fiscais. Em relação ao recebimento de R$ 10 milhões, o tucano disse que o dinheiro para a campanha foi repassado pela Direção Nacional do PSDB e declarado na prestação de contas.
Camilo Santana (PT), governador do Ceará: segundo o político, as doações que recebeu na campanha foram legais e declaradas. 'As informações que tenho são de que foram feitas de forma absolutamente corretas e dentro da lei. Tanto que todas as contas foram devidamente aprovadas pelo TRE', disse.
Fernando Pimentel (PT), governador de Minas Gerais: "A verdade é que a minha vida e de meus familiares foi - ilegalmente - devassada pela Polícia Federal. Todos os sigilos - bancário, fiscal e contábil - foram levantados e nenhum ilícito foi encontrado. Eu não tenho imóveis escondidos, não tenho conta no exterior, nem tenho dinheiro não declarado", afirmou o governador em nota.
Raimundo Colombo (PSD), governador de Santa Catarina: em nota, a assessoria do governador afirmou que ele 'contesta com veemência as declarações feitas pelo delator da JBS sobre doações relativas à campanha eleitoral de 2014'.
Tião Viana (PT), governador do Acre: o G1 tenta contato com a assessoria do político.
Suely Campos (PP), governadora de Roraima: o G1 tenta contato com a governadora.
Robinson Faria (PSD), governador do Rio Grande do Norte: em nota conjunta com o filho e deputado federal Fábio Faria (PSD), os políticos dizem que conheceram a JBS no período eleitoral e confirmam que receberam 'doações da empresa citada, somente durante o período de eleições, oficialmente, legalmente, devidamente registradas na Justiça Eleitoral e sem qualquer contrapartida nem ato de ofício'.
Geraldo Júlio (PSB), prefeito de Recife: o político diz repudiar "veementemente as acusações" e afirma que nunca tratou de recursos ilegais com essa empresa ou com qualquer outra. Ainda de acordo com a nota ao G1, "o próprio documento divulgado pela Justiça registra que as doações feitas à campanha do PSB não foram feitas por troca de favores". O prefeito do Recife alega que todas as doações recebidas pelo partido foram legais.
Fonte: G1 DF

Plenário do Senado aprova, em primeiro turno, PEC que garante funcionamento do TCM.


O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (30), em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 02/17) que torna permanente os Tribunais de Contas órgãos permanentes e essenciais ao controle externo da administração pública.

Na prática, a mudança na Constituição garantirá o funcionamento do Tribunal de Contas do Município (TCM) do Ceará, objeto de PEC na Assembleia Legislativa do Estado que pedia a sua extinção.

Durante a discussão da matéria, Eunício defendeu o dispositivo para preservar a atuação dos tribunais já existentes. O senador cearense explicou que o texto não gera nenhuma nova estrutura ou qualquer novo gasto.

Ainda em defesa da matéria, Eunício lamentou que em alguns estados, como no Ceará, a disputa ou retaliação política esteja alimentando ações no sentido de extinguir os órgãos de fiscalização do dinheiro do contribuinte brasileiro. “É muito complicado, nos dias de hoje, aceitar que por uma questão meramente política (...) se faça uma proposta de extinção de um tribunal de contas existente para que municípios não sejam fiscalizados. Nós não estamos criando nenhuma nova estrutura, nenhuma nova despesa. Nós estamos mantendo o funcionamento daqueles tribunais que já existem na sua função de fiscalizar o dinheiro público”, disse.

O senador Telmário Mota (PTB-RR), elogiou a iniciativa de autoria do senador Eunício e disse que a manutenção dos tribunais é preservar a atuação do maior fiscal do recurso público. “Vossa excelência está preservando, sem nenhuma dúvida, órgãos importantes, que trabalham observando as leis e as regras, e é o grande fiscal da coisa pública”, reconheceu Temário.

Já o senador Roberto Muniz (PP-BA) avaliou que o texto além de garantir a fiscalização das contas dos municípios, mantem a qualificação e capacitação dos gestores e suas equipes no aprimoramento da prestação de contas e transparência com o uso dos recursos públicos. “Essa sua PEC tem um alcance enorme porque nos últimos anos a administração pública tem se especializado e isso tem trazido um desafio muito grande aos gestores públicos municpais E os poucos órgãos de fiscalização que ainda existem no Brasil tem feito um trabalho importantíssimo não só na análise das contas, mas principalmente na capacitação dos gestores, na capacitação das equipes municipais, que tratam as contas públicas, isso tem qualificado enormemente a gestão pública municipais e que requer a cada dia um olhar mais qualificado para que possa atender os anseios da população brasileira”, acrescentou.

A matéria será analisada pelo plenário, em segundo turno, após passar por três sessões de discussão.

Via Na Boca do Povo Lavras.
.

O investigado que escolherá seu acusador


Se continuar no cargo até setembro, Michel Temer terá um privilégio único entre todos os demais investigados brasileiros: caberá a ele escolher o PGR que lhe processará no STF.

Por Lauro Jardim.

'Piratas do Caribe' foi o filme mais assistido do fim de semana

Resultado de imagem para piratas do caribe a vingança de salazar

"Piratas do Caribe — a vingança de Salazar" foi o filme mais visto do fim de semana, com bilheteria de 1 milhão de espectadores e renda acumulada de R$ 18,3 milhões.

Na segunda semana de exibição, "Rei Arthur — a lenda da espada" ficou na segunda posição, com R$ 3 milhões de renda e público de 170 mil pessoas.

Mostrando fôlego, o religioso "A cabana" foi o terceiro mais assistido, em sua oitava seamana de exibição. Já foi visto por 4,8 milhões de pessoas e teve renda, até agora, de R$ 71 milhões.

Os dados são da ComScore.

CBF paga R$ 30 mil para exibir amistosos da seleção na TV Brasil


Os dois amistosos que a Seleção fará na primeira quinzena de junho, contra a Argentina (dia 9) e Austrália (dia 13), serão exibidos na estatal TV Brasil, às 7h. A CBF comprou os horários de exibição — os mais baratos do mercado — e se encarregará das transmissões. Por eles, pagará um total de R$ 30 mil É direto com a CBF, sem intermediário.

Por Lauro Jardim.

Grampo da PF mostra bronca de Aécio em Zeze Perrella por declaração

post-feature-image

Em uma conversa gravada pela Polícia Federal, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) reclama ao também senador Zeze Perrella (PMDB-MG) de uma declaração "escrota" de Perrella sobre políticos divulgada nas redes sociais e veiculada por uma rádio de Minas Gerais. A conversa ocorreu em 13 de abril e foi gravada no âmbito da Operação Lava Jato.

>> Leia ao final desta reportagem as versões de Aécio e Perrella sobre o episódio

No diálogo, Aécio diz a Perrella que, ao falar sobre políticos citados na Lava Jato, o senador do PMDB jogou "todo mundo na lama".


"Deixa eu te falar bem rapidamente aqui. Eu acho que não preciso provar o quanto sou teu amigo na vida, né cara? Então, vou te falar aqui como amigo, com a liberdade de amigo. Olhe, poucas vezes eu vi uma declaração tão escrota, Zeze, como essa que você deu hoje", disse Aécio a Perrella.

"Você, em vez de se defender, você coloca... eu mando pra você a declaração... A não ser, Zeze, que a sua campanha foi financiada na Lua ou pela [inaudível]. Eu acho que é a hora de separar o joio do trigo. Tem uma bandidagem que assaltou que o Brasil e diz que fez campanha. Como você acha você que chegou no Senado? A sua campanha foi financiada do mesmo jeito do [inaudível]", completou o senador.

Aécio, em seguida, orienta Perrella: "É dizer o seguinte: 'É muito bom tudo isso [investigações da Lava Jato]. Agora é hora de separar o joio do trigo. Quem aqui em Minas sabe o governo que o Aécio fez, que o Anastasia fez, sabe da correção deles. Eu acredito nisso e o tempo vai provar". Ponto!".

Na sequência do diálogo, Aécio Neves diz a Perrella que, "numa hora difícil dessas", eles precisam enfrentar as acusações "com firmeza". "Se nós começarmos a nos separar, e começar cada um a achar, né, que se safa sozinho, acabou, meu amigo", acrescentou.

Ainda no telefonema, Aécio diz que Zeze jogou todo mundo "na lama" e ironizou o próprio aliado. "Você jogou todo mundo na lama, né? Você nos igualou, me jogou no campo do PT, dos picaretas todos. Como se você tivesse sido eleito, Zeze, por uma ação divina ou financiado aí pela semente (inaudível), pela quentinha do Alvimar. Porra! Nossa campanha foi a mesma, Zeze. Numa hora dessas, cara, é hora de ter solidariedade", cobrou o tucano.

'Só trafico drogas'
Ao responder Aécio, Perrella diz que postou a declaração sobre políticos no Instagran e que uma rádio de Belo Horizonte reproduziu a gravação, mas que, em seguida, ele, Perrella, ligaria para a rádio para fazer uma outra declaração sobre o assunto.

"Foi a maneira que eu encontrei, sabe Aécio, para rebater... Eles falam de mim, do helicóptero até hoje, sabe?".

"O que está acontecendo?", interfere Aécio, acrescentando: "Eles estão misturando doação de campanha, e eu vou repetir, sua campanha foi como a minha, com essa robalheira que fizeram no Brasil".

Perrella, então, responde: "Porque eu sou muito agredido pelo negócio do helicóptero até hoje, sabe Aécio? Eu não faço nada de errado, eu só trafico drogas". Os dois, então, riem.

Versões

Procurada, a assessoria de Aécio Neves divulgou a seguinte nota: "Trata-se de conversas que não têm qualquer relação com a investigação em curso. As campanhas do senador Aécio Neves, do senador Antonio Anastasia e do presidente Itamar Franco ao Senado, de quem o senador Zezé Perrella era suplente, foram feitas em absoluto respeito a legislação vigente."

Zeze Perrella subiu à tribuna do Senado nesta terça (30) para fazer o primeiro pronunciamento após ter sido citado nas delações de executivos da JBS. Ele disse ser inocente e falou sobre a conversa com Aécio.

"Há um diálogo meu com o senador Aécio, em que ele reclamava de um vídeo que eu postei no meu Instagram, no qual eu dizia que não estava em Lava Jato, nem em Petrolão, nem em nada. Ele reclamou porque ele entendia, naquele momento, que eu tinha que ser solidário a ele", afirmou o senador mineiro.


Ouça o Áudio:


Fonte: G1

(Vídeo) Assista entrevista com o Deputado Ferreira Aragão e conheça alguns de seus projetos


O programa Questão de Ordem, da TV Assembleia (canal 30 UHF e 61.3 digital), entrevistou, nesta quinta-feira (25/05), o integrante da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Ferreira Aragão (PDT).

O parlamentar informou sobre o projeto de indicação nº 24/2017, que propõe a construção de abrigos no Ceará para mulheres vítimas de violência doméstica, por meio da implementação do Programa "Diga Não à Violência Doméstica".

Conforme a propositura, após a construção, os abrigos vão oferecer assistência psicológica, jurídica e qualificação profissional - instrumento essencial no combate à violência doméstica, pois permite à mulher resgatar sua dignidade, autoestima e empoderamento.

Assista:



ÓTICA PRINCESA PARA VER O MELHOR MUNDO!

Travessa Madeira de Matos Nº 85

Telefone (88) 9.8838-3160

Ferreira Aragão defende lado positivo da política no País

Deputado Ferreira Aragão

O deputado Ferreira Aragão (PDT) manifestou incômodo, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta terça-feira (30/05), com o excesso de notícias negativas sobre a política brasileira.

De acordo com ele, “o fuzilamento da classe política que está sendo feito nos últimos tempos não é positivo, e as boas ações precisam ser mais divulgadas”.

Segundo o parlamentar, existem boas iniciativas e bons projetos sendo discutidos nos legislativos brasileiros, que necessitam ser levados ao conhecimento da população, principalmente no momento atual.

“Só vemos fatos ruins no noticiário político, enquanto as notícias boas ninguém divulga. Será que só tem ladrão e ruindade na política e nada de bom?”, questionou o pedetista.

Para Ferreira Aragão, os parlamentos no País representam o povo brasileiro nas agruras e sofrimentos e precisam pautar de forma positiva a agenda de debates nacional. “Fatos novos e bons precisam ser criados para servirem de ânimo aos brasileiros e mostrar que nem tudo está perdido”, defendeu o deputado.

*Com AL.
A imagem pode conter: 12 pessoas, pessoas sorrindo

Varjota: Loura do Povo defende construção de um CEI para Croatá dos Martins

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sentadas e área interna

Sempre na defesa daqueles que representa, a presidente da câmara de Varjota, Alessandra, a Loura do Povo, ouvindo o apelo dos munícipes, tem defendido a construção e implantação de um Centro de Educação Infantil(CEI) para o distrito de Croatá dos Martins.

A construção do referido CEI, além de ser um importante investimento na educação, e portanto, no futuro, beneficiária o Distrito e região, onde as famílias poderão deixar seus filhos enquanto trabalham.

A Vereadora já apresentou requerimento sobre o pedido, e o mesmo foi aprovado. Confira:


Depois das delações, J&F pensa em se desfazer de alguns negócios no Brasil


Enquanto o irmão mais novo flanava pelos EUA, Wesley Batista (foto) rodava os bancos brasileiros na semana passada. Garantiu que o grupo não está insolúvel. Comunicou oficialmente que vai vender ativos. E pediu para rolar as dívidas de curto prazo de suas empresas.

Nestas conversas, Wesley confirmou que está botando à venda a Alpargatas, a Eldorado Celulose e a Vigor — para esta, aliás, já mandatou Bradesco e Santander a fim de arranjar compradores. A J&F vai passar para frente também o Canal Rural.

Fonte: Lauro Jardim, O Globo