Vacina. Foto: Freepik

O produto da Pfizer utiliza a tecnologia do RNA mensageiro (mRNA) e, por isso, precisa ser mantido a temperaturas baixíssimas, de até -75 ºC. No formato em pó, ele pode ser mantido em temperaturas menos intensas, o que facilitaria bastante o transporte e armazenamento, barateando os custos para os países compradores.
Em entrevista à revista americana Barrons, o chefe da área de ciência da Pfizer, Mikael Dolsten, afirmou que a “nova” vacina já está sendo desenvolvida. A versão em pó deve ficar pronta na segunda metade de 2021, substituindo totalmente a congelada já em 2022.
*Focus.jor
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