
O caso mobilizou Conselheiro Lafayette, cidade mineira onde João Miguel mora, e as vaquinhas virtuais começaram a arrecadar dinheiro. A causa uniu pessoas comuns e instituições, as igrejas, entidades de classe, empresários, e até as polícias civil e militar em solidariedade. Shows, festas juninas, partidas de futebol e os mais diversos eventos foram realizados visando garantir R$: 2,9 milhões para custear os atos de tratamento da criança.

Em Maio passado as doações ultrapassaram R$: 1 milhão de reais, e foi então que Mateus, o pai, passou a agir de modo estranho.
Ele, que liderava a campanha com a esposa, se afastou das ações e da divulgação, e foi para BH onde disse que faria um curso de vigilante, só que desde então sumiu. Ao checar as contas-correntes das vaquinhas, a esposa notou os valores diminuindo. Mateus tinha as senhas das duas contas que a mulher administrava, enquanto ele cuidava de outras duas. Diante disso ela foi à polícia.

O PAI LADRÃO
A polícia prendeu este cara em Salvador, onde ele foi flagrado luxando. Morava em um apart hotel de frente para o mar e gastava a quantia da vaquinha com festas, roupas, correntes de ouro e até maconha. Torrou R$: 600 mil.
A doença de João Miguel é degenerativa, ele sente dores, sofre de fraqueza muscular por
todo o corpo, não consegue sentar e nem controlar/sustentar o peso da cabeça.
"Estou arrependido", disse Mateus ao ser detido, e pediu desculpas. Resolve?
Jornalista Cláudio Teran
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